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24/05/2013

RESENHA SOBRE "HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS EM VOLTA DO FOGÃO DE LENHA"

Uma leitora fez uma carinhosa resenha do primeiro livro de minha série "Contos para não dormir" (Editora Biruta), que também é o primeiro livro publicado por mim como autor infantojuvenil.


10/04/2010

MAL-ASSOMBRADAS EM BLOG


Comentário de Rubem Leite sobre meu livro "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha, em seu blog http://artedoartista.blogspot.com/
Só o email é que não é mais o mesmo. Já não uso há tempos o adrianojornalista@yahoo.com.br

18/03/2010

FANTASMINHAS NA LITERATURA INFANTOJUVENIL


"Entre Assombrações e Fantasminhas: Estudo do Sobrenatural em Narrativas Infantojuvenis", de Gabriela Hoffmann Lopes, é o título de uma interessante dissertação de mestrado, apresentada na PUC-RS em 2008/ 2009.
Nela, a autora apresenta um estudo descritivo de 72 narrativas curtas de assombrações, dentre elas duas histórias escritas por mim: "A porca, ora, a porca" e "A velha que não morria", presentes nos meus livros "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha" e "Histórias mal-assombradas do tempo da escravidão", respectivamente. Em meus textos, ela detectou o narrador homodiegético (aquele em que o narrador é personagem, mas não é protagonista). Um exemplo deste tipo de narrador é o Dr. Watson, que narra as aventuras de Sherlock Holmes.
No texto, a autora ainda vai discutir muitos aspectos ligados às histórias sobrenaturais na literatura infantojuvenil. Quem quiser conhecer toda a pesquisa, pode entrar no site:

http://tede.pucrs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1993

05/03/2010

SOLTANDO O LOBISOMEM... e... UM POUCO MAIS DE JUNG

Soltando o lobisomem...

Ontem, na oficina do ônibus-biblioteca, entramos no mundo sombrio (e também engraçado) dos lobisomens e de outras assombrações a partir do volume 1 de minha série "Contos Para Não Dormir", pela Biruta. O livro se chama "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha" e sempre atraiu muito a garotada. Nele, André, um garoto de cidade grande que passa férias em um sítio, conversa com seu avô - durante uma noite fria - sobre as mais diversas assombrações.
A leitura foi coletiva. O livro foi manuseado, folheado, decodificado. As imagens chamaram a atenção. E houve trechos preferidos, que despertaram aquela deliciosa curiosidade que envolve e acalenta a leitura prazerosa.
Do trabalho com o objeto-livro, como um todo, passamos a conversar sobre os personagens, sobre sua construção e particularidades.
(As atividades têm sido frutíferas: há crianças que já estão escrevendo seus livros em casa.)
Do personagem, pulamos à persona: a máscara. Caminho inverso. Busca original: de onde tudo vem. Bendita a Hélade que nos deu tanto!
A possibilidade de se criar máscaras semelhantes aos monstrengos e sair por aí colocando pra fora as nossas "brabezas" de forma inofensiva é muito saudável mesmo. Todo bom psicólogo recomenda.
Principalmente quando se estuda em uma escola em que a professora, quando não tem criatividade suficiente para inventar uma lição de casa, decreta uma sentença de morte: escrever os números, letrinha por letrinha, de zero a dois mil, em infinita lista (foi o que o garoto da foto me contou). Gostaria de saber se ela ao menos se dá ao trabalho de corrigir tamanho disparate (sem aquela de simplesmente dar um visto borrado no canto do caderno e pronto). Ou se é pura tortura mesmo, daquelas que deixam calos no canto do dedo.
Não tem quem não queira virar lobisomem, concorda?

***

Um pouco mais de Jung...

O fenômeno ao qual Jung chamou de persona é de natureza coletiva. Usar uma persona nos facilita as relações com o estranho mundo social que nos rodeia e nos orienta quanto à decisão de qual papel assumir a cada momento. Assim, cabe a um atendente utilizar (mas nem sempre o faz) a máscara da cortesia e da disponibilidade, enquanto cabe a um representante da lei empregar a máscara da seriedade e da autoridade. Vemos, assim, que essa coisa de máscara não é de todo ruim, pelo contrário. Se não usássemos máscara alguma, o mundo seria um pandemônio maior do que já é em rudezas e violências de toda ordem.
Mas há pessoas que se descuidam das “máscaras” (plural, pois as que usamos são muitas) e se tornam infelizes em suas relações humanas: são aquelas que dizem o que pensam, quando querem, onde querem, para quem querem. Nada lhes parece mais genuíno, nenhuma necessidade lhes soa mais premente do que aquela de colocar para fora os desaforos que lhes vão dentro.
No teatro grego, persona era a máscara teatral, que escondia quem realmente estava agindo. O objetivo, além da melhor representação do personagem, era amplificar a voz aos ouvintes nas grandes arenas (personare = soar através de). Daí advém o termo “personalidade”, que é uma construção psíquica, também uma espécie de máscara – ou um coletivo desta –, parte de nossa pessoa. E aprendemos que é cuidadoso não julgar alguém pela personalidade, pois há quem só utilize máscaras rígidas, pesadas, inconvenientes, mas pode ocultar – e certamente oculta - uma leveza reprimida.
Poderíamos pular para um outro conceito do bom Jung, o de “sombra” – um dos mais interessantes, mas vou ficar hoje pelas beiras da persona. Está de boníssimo tamanho.

21/08/2009

SAIU NO BLOG DO COSME

Publicado no blog do Cosme, um dos agentes de leitura de Itapiúna, Ceará (http://blogcosme.blogspot.com/):


UM ÓTIMO ESCRITOR!
" -o roubo das melancias,- o diabo na garrafa-, e muitas outras histórias fascinantes estão no livro HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS EM VOLTA DO FOGÃO DE LENHA de Adriano Messias. Trabalhei com esse livro e com outro da coleção, HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS DO TEMPO DA ESCRAVIDÃO, esses livros fizeram um sucesso danado e pra falar a verdade eu até decorei algumas histórias, de tanto que li para crianças, adultos e muitos, muitos idosos... Um abraço Adriano Messias e Obrigado em nome de muitas famílias leitoras e "ouvidoras" de suas histórias."

17/08/2009

"HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS...", VOL. 1, ENTRE OS 10 MAIS



Há três anos visitei um projeto no Ceará e, até hoje, um de meus livros está entre os 10 mais lidos pelos leitores que vão se formando pela iniciativa de agentes de leitura.
Estes agentes levam livros, histórias e despertam o gosto pela leitura em muita gente que, até então, achava que um livro era um objeto distante do dia-a-dia.
O relatório que copiei saiu no site dos Agentes de Leitura de Itapiúna:(http://74.125.47.132/search?q=cache:0NyHlKd4fPIJ:agentesdeleituradeitapiuna.blogspot.com/2009_07_01_archive.html+%22adriano+messias%22&cd=438&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br)

16/01/2009

HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS EM VOLTA DO FOGÃO DE LENHA



André é um menino muito curioso que passa os feriados e férias no sítio encantado dos avós. No primeiro volume da série, ele ficará uma noite inteira ao lado de seu avô, um grande contador de histórias, imerso em um mundo entre realidade e fantasia. Lobisomem, mula-sem-cabeça, caboclo d’água e outras assombrações povoarão aquela longa noite, em volta de um aconchegante fogão de lenha.