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30/03/2014

"A RUA DA BANANEIRA" EM JABOTI (PR)

A professora Marly Bressanin desenvolve um belo trabalho de literatura e leitura com seus alunos do ensino público na cidade de Jaboti (PR). Parte do projeto é uma troca epistolar entre um aluno e um autor.
Nesta foto, o aluno João Vítor, para quem enviei alguns livros de minha autoria, apresenta à classe o livro "A Rua da Bananeira" (Autêntica), com a colega Ana Vitória.






08/10/2013

LINK DE MINHA ENTREVISTA SOBRE "A RUA DA BANANEIRA" E "O SAPO APAIXONADO E A CHALEIRA CHORADEIRA"

Hoje pela manhã, no programa Universo Literário, falei sobre meus livros "A Rua da Bananeira" (Autêntica) e "O Sapo Apaixonado e a Chaleira Choradeira" (Baobá). 
Clique aqui para ouvir a entrevista.



20/09/2013

BATE-PAPO COM LEITORES NA FELISB 2013

A 2ª Feira Literária de São Bernardo do Campo será realizada no Pavilhão Vera Cruz de 27 de setembro de 2013 a 13 de outubro de 2013, com a presença de vários autores e expositores.

Estarei presente no dia 6 de outubro, domingo, quando falarei sobre meus novos livros.
ESPAÇO FNLIJ TATIANA BELINKY
13:00 ● Encontro com Adriano Messias

ESPAÇO FNLIJ MONTEIRO LOBATO
18:00 ● Encontro com Adriano Messias





13/08/2013

SAIU "A RUA DA BANANEIRA", MEU MAIS RECENTE LIVRO JUVENIL, PELA AUTÊNTICA

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O livro A Rua da Bananeira traz algumas características que, acredito, fazem parte de meu estilo como escritor: o senso de humor e certa tendência ao surrealismo e ao nonsense, ao mistério e ao encontro com o sobrenatural.

Além de algumas palavras e expressões que fazem parte do regionalismo mineiro (como “brio”, para “brilho”, e “moa”, que significa “um monte de gente reunida”), coloquei também quadrinhas sobre bananeiras, as quais abrem cada capítulo. Todas elas foram aproveitadas do cancioneiro popular de nosso país.

No enredo, vamos nos deparar com duas personalidades opostas: Dona Gertrudes e Dona Selminha, vizinhas que “brigam” o tempo todo.

A primeira, divertida, adora crianças, plantas e bichos.

A segunda, introspectiva e perversa, se compraz em ler os obituários e as páginas de assassinatos dos jornais, e também a colocar cacos de vidro pelo jardim, para impedir as crianças de apanharem as bolas perdidas.

Além da meninada bem cheia de animação da rua da bananeira, o livro traz causos e mais causos. Há, ainda, uma misteriosa menina de uma perna só... E ela, claro, Amarília, a bananeira em torno da qual se desenvolve a história.

Construída a partir das memórias do narrador, que vai se lembrando de fatos e acontecimentos da bucólica ruazinha, a narrativa incorpora elementos da cultura popular brasileira: quadrinhas, simpatias, benzeções, chás e plantas medicinais, brincadeiras, cantigas, ditos populares...

Engraçada e cheia de mistério, a história, narrada em linguagem bem próxima ao coloquial, é uma amostra – também na ilustração – de um universo quase desaparecido, ou, quiçá, submerso no processo de urbanização no Brasil.
Para comprar o livro, clique aqui e vá ao site da editora.