Escritor, tradutor e jornalista. Doutor em Comunicação e Semiótica, mestre em Comunicação e Sociabilidade, graduado em Jornalismo e Letras. Email: adrianoescritor@yahoo.com.br Twitter: adriano_messias
30/03/2012
28/03/2012
MILLÔR FERNANDES, UM DE MEUS MESTRES
Na noite de ontem, morreu Millôr Fernandes. Ele foi provavelmente um dos escritores que mais influenciaram minha vida como autor. Influência por parte de sua escrita ágil, rápida, precisa; no timing para se segurar o humor; na forma particular de ver encanto e simplicidade nas coisas corriqueiras da vida. Eu o li e muito - sobretudo aos doze, aos treze, aos quatorze, aos quinze anos... Ele foi um de meus mestres e modelos.
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Temas paralelos à literatura infantojuvenil
24/03/2012
16/03/2012
O BRASILEIRO (AINDA) LÊ POUCO
Recebi esta matéria no facebook. Sim, o brasileiro ainda lê pouco. Os programas de incentivo à leitura e distribuição de livros têm ajudado bastante, mas parece que as gerações mais velhas ficam como as mais prejudicadas.
Estamos agora - suponho - formando uma boa geração leitora.
Estamos agora - suponho - formando uma boa geração leitora.
15/03/2012
POSITIVO EM BOLOGNA
Segue para a Feira do Livro de Bologna o belo catálogo da editora Positivo, cuja versão em inglês foi feita por mim.
07/03/2012
"ALICE DE A a Z" - MEU NOVO JUVENIL, PELA RHJ
"Que redenção pode haver para o mundo de Alice? Adolescente de 14 anos, pobre, subjugada pelo pai, obrigada a sair da escola para trabalhar, humilhada de todas as formas pela mediocridade da vida. Incapaz de comprar um livro, de pagar a taxa anual da biblioteca municipal, de conhecer de perto Josephine Baker, que veio a encontrar por acaso nas páginas de uma enciclopédia empoeirada. Sua história seria mais uma de desfecho previsível e politicamente correto, se não fosse a crença na desconhecida força humana perante o patético e o trágico. O drama de Alice, universal e contemporâneo, não traz resposta pronta, sem solução caritativa, e ela sabe disso. Nada de inclusões, nada de protecionismos. Que fim poderá ter uma vida assim? Ou terá fim?"
08/02/2012
ENTREVISTA PARA A TV-PUC
Entrevista para Gabriela Costa, da TV-PUC, no final do segundo semestre de 2011, na qual falo sobre minha carreira como escritor, sobre a literatura infantojuvenil e a literatura fantástica. Assista no Youtube ou diretamente no link da TV-PUC.
06/02/2012
03/02/2012
MEUS TÍTULOS NA COMPRA DA SECRETARIA DE CULTURA DE FORTALEZA
A Secretaria de Cultura de Fortaleza divulgou esta semana os títulos selecionados para comporem diversos acervos. Meus títulos selecionados foram:
MODERNIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS - "O Elefante Infante"/ "Joaninhas viúvas, muita água e pouca chuva"/ "Antes de Colombo Chegar";
IMPLEMENTAÇÃO DE BIBLIOTECAS - "O Elefante Infante"/ "O Elefante Infante"/ "Antes de Colombo Chegar";
ACERVO VILA DAS ARTES - "O Elefante Infante".
MODERNIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS - "O Elefante Infante"/ "Joaninhas viúvas, muita água e pouca chuva"/ "Antes de Colombo Chegar";
IMPLEMENTAÇÃO DE BIBLIOTECAS - "O Elefante Infante"/ "O Elefante Infante"/ "Antes de Colombo Chegar";
ACERVO VILA DAS ARTES - "O Elefante Infante".
30/01/2012
"TELEFANTE SEM FIO" E "AS AVENTURAS DO BONECO DE GENGIBRE" NA COSTA RICA
Reproduzo matéria do jornal O Diário, de Maringá, a respeito de um projeto de doação de livros de literatura infantojuvenil para a Costa Rica. Dentre os diversos livros da Positivo, estão "Telefante sem Fio" e "As Aventuras do Boneco de Gengibre".
Baseado em uma parceria com a embaixada brasileira na Costa Rica, autores nacionais têm suas obras atravessando fronteiras e alcançando novos leitores. A ideia de disseminar a literatura infanto-juvenil brasileira em outros países surgiu de uma proposta feita no ano passado pelo então embaixador do Brasil na Costa Rica, Tadeu Vasconcelos. Ele tinha em mente a produção de uma coletânea de obras em castelhano.
Foi o ponto de partida para que outra ideia surgisse, com o intuito de contribuir com a educação de crianças costarriquenhas que aprendem português. "É uma proposta absolutamente de difusão cultural sem fins lucrativos", diz Ninfa Parreiras, escritora e uma das mentoras do projeto. São 11 editoras envolvidas na ideia de tornar a literatura infantil brasileira conhecida lá fora com a doação de aproximadamente 600 títulos nacionais. "Na verdade, não esperávamos que o projeto fosse adiante", conta.
Diversas propostas foram encaminhadas às principais editoras brasileiras que haviam publicado alguma das obras que os autores pretendiam doar. "Todas as editoras com as quais fizemos contato toparam enviar os livros dos autores presentes na coletânea".
Os livros enviados em português ficarão em bibliotecas de língua portuguesa do Centro de Estudos Brasileiros – são duas sedes em San José, capital do país. "O impacto das pessoas ao verem os livros brasileiros é notável. São livros bem editados e que chamam a atenção", diz a mineira. A entrega é feita diretamente com a embaixada, que se encarrega de enviar o material ao destino proposto. Aproximadamente 900 crianças que leem e aprendem português terão acesso às obras. Aos poucos, vários autores contemporâneos, com livros publicados das décadas de 1960 a 2000 foram convidados a integrar o projeto.
A pedido dos escritores, exemplares de 23 títulos de literatura infantil da editora Positivo, de Curitiba, serão doados até o final deste mês para a embaixada do Brasil na Costa Rica. "Nós trabalhamos no processo de formação do leitor", conta Marcelo Del’anhol, editor de literatura da Positivo, desde 1979 no mercado editorial. "Para nós e os autores envolvidos, o objetivo é, ainda que minimamente, contribuir com a cultura e a disseminação da nossa literatura em um país sem condições como a Costa Rica", diz.
Não é uma atividade que a editora desempenha com data marcada. "Foi uma ação promovida espontaneamente", diz Del’anhol. Mesmo assim, sempre que possível essas contribuições acontecem. No ano passado minidicionários Aurélio foram doados para compor um projeto em desenvolvido Angola pela ONG paranaense Ação Voluntária. A doação contribuiu para o ensino de mais de 10 mil alunos.
Nenhum dos autores presentes nas coletâneas doadas este ano para a Costa Rica é natural do Estado, embora a editora seja paranaense. "Sempre que temos a oportunidade de contribuir, o fazemos inclusive dentro de nosso país. Já fizemos doações para creches e escolas", afirma o editor de literatura.
Segundo ele, a distribuição de livros da Positivo alcança todo o território nacional, de escolas públicas a particulares. A definição dos títulos que seriam doados partiu de uma decisão dos próprios autores em parceria com a editora, que levou em consideração também aspectos culturais de cada história.
A escritora Ninfa Parreiras não hesita em dizer que a ação é um grande incentivo para quem integra o projeto. "É muito importante para um autor atingir mais leitores. Além da distribuição da coletânea na Costa Rica, algumas produções seguiram para embaixadas brasileiras e instituições de literatura infantil de fala espanhola na América Latina e Europa", explica.
"Há uma população de fala portuguesa muito representativa nesses países", conta. A parceria foi uma oportunidade de divulgar o que, para Ninfa, é uma representação contemporânea do que hoje se produz para as crianças no País. "O importante é que os livros cheguem nas mãos de diferentes leitores, e que as histórias de autores brasileiros possam alcançar outros países. "A literatura é universal, podendo atingir públicos diferentes", diz .
ENTRE OS TÍTULOS DOADOS
HISTÓRIA À VISTA!
O Encontro - Michele Lacocca
Amora - Sonia Junqueira e Flávio Fargas
A Caixa de Lápis de Cor - Maurício Veneza
Arapuca - Daniel Cabral
DE FIO A PAVIO
2 patas e 1 tatu - Bartolomeu Campos de Queirós
A Terra do Lá - João Anzanelo Carrascoza
Festa no Meu Jardim - Marcos Bagno
HORA VIVA
Natal com Lua Cheia, Chuva Miúda e Perfume de Jasmim - Sonia Robatto
Problemas com o Cachorro? - Elvira Vigna
Como Posso te Amar? - Celso Sisto
Viagem ao Outro Lado do Mundo - Roniwalter Jatobá
Fantasma Equilibrista - Tânia Alexandre Martinelli
Catinga na Pensão Pirapitinga - Cláudio Martins
SIM, SIM, SALABIM!
A Viagem de Retalhos - Sonia Robatto
A Fiandeira de Ouro - Sonia Junqueira
CONFABULANDO
Telefante Sem Fio - Adriano Messias
Penas pro ar - Tânia Alexandre Martinelli
O Mal do Lobo Mau - Cláudio Fragata
O Herói - Flávia Savary
DE CENA EM CENA
As Aventuras do Boneco de Gengibre - Adriano Messias
METAMORFOSE
O Estalo - Luís Dill
Napo - Um Menino Que Não Existe - Edson Bueno
O Anjo Rouco - Paulo Venturelli"
Ana Luiza Verzola
Baseado em uma parceria com a embaixada brasileira na Costa Rica, autores nacionais têm suas obras atravessando fronteiras e alcançando novos leitores. A ideia de disseminar a literatura infanto-juvenil brasileira em outros países surgiu de uma proposta feita no ano passado pelo então embaixador do Brasil na Costa Rica, Tadeu Vasconcelos. Ele tinha em mente a produção de uma coletânea de obras em castelhano.
Foi o ponto de partida para que outra ideia surgisse, com o intuito de contribuir com a educação de crianças costarriquenhas que aprendem português. "É uma proposta absolutamente de difusão cultural sem fins lucrativos", diz Ninfa Parreiras, escritora e uma das mentoras do projeto. São 11 editoras envolvidas na ideia de tornar a literatura infantil brasileira conhecida lá fora com a doação de aproximadamente 600 títulos nacionais. "Na verdade, não esperávamos que o projeto fosse adiante", conta.
Diversas propostas foram encaminhadas às principais editoras brasileiras que haviam publicado alguma das obras que os autores pretendiam doar. "Todas as editoras com as quais fizemos contato toparam enviar os livros dos autores presentes na coletânea".
Os livros enviados em português ficarão em bibliotecas de língua portuguesa do Centro de Estudos Brasileiros – são duas sedes em San José, capital do país. "O impacto das pessoas ao verem os livros brasileiros é notável. São livros bem editados e que chamam a atenção", diz a mineira. A entrega é feita diretamente com a embaixada, que se encarrega de enviar o material ao destino proposto. Aproximadamente 900 crianças que leem e aprendem português terão acesso às obras. Aos poucos, vários autores contemporâneos, com livros publicados das décadas de 1960 a 2000 foram convidados a integrar o projeto.
A pedido dos escritores, exemplares de 23 títulos de literatura infantil da editora Positivo, de Curitiba, serão doados até o final deste mês para a embaixada do Brasil na Costa Rica. "Nós trabalhamos no processo de formação do leitor", conta Marcelo Del’anhol, editor de literatura da Positivo, desde 1979 no mercado editorial. "Para nós e os autores envolvidos, o objetivo é, ainda que minimamente, contribuir com a cultura e a disseminação da nossa literatura em um país sem condições como a Costa Rica", diz.
Não é uma atividade que a editora desempenha com data marcada. "Foi uma ação promovida espontaneamente", diz Del’anhol. Mesmo assim, sempre que possível essas contribuições acontecem. No ano passado minidicionários Aurélio foram doados para compor um projeto em desenvolvido Angola pela ONG paranaense Ação Voluntária. A doação contribuiu para o ensino de mais de 10 mil alunos.
Nenhum dos autores presentes nas coletâneas doadas este ano para a Costa Rica é natural do Estado, embora a editora seja paranaense. "Sempre que temos a oportunidade de contribuir, o fazemos inclusive dentro de nosso país. Já fizemos doações para creches e escolas", afirma o editor de literatura.
Segundo ele, a distribuição de livros da Positivo alcança todo o território nacional, de escolas públicas a particulares. A definição dos títulos que seriam doados partiu de uma decisão dos próprios autores em parceria com a editora, que levou em consideração também aspectos culturais de cada história.
A escritora Ninfa Parreiras não hesita em dizer que a ação é um grande incentivo para quem integra o projeto. "É muito importante para um autor atingir mais leitores. Além da distribuição da coletânea na Costa Rica, algumas produções seguiram para embaixadas brasileiras e instituições de literatura infantil de fala espanhola na América Latina e Europa", explica.
"Há uma população de fala portuguesa muito representativa nesses países", conta. A parceria foi uma oportunidade de divulgar o que, para Ninfa, é uma representação contemporânea do que hoje se produz para as crianças no País. "O importante é que os livros cheguem nas mãos de diferentes leitores, e que as histórias de autores brasileiros possam alcançar outros países. "A literatura é universal, podendo atingir públicos diferentes", diz .
ENTRE OS TÍTULOS DOADOS
HISTÓRIA À VISTA!
O Encontro - Michele Lacocca
Amora - Sonia Junqueira e Flávio Fargas
A Caixa de Lápis de Cor - Maurício Veneza
Arapuca - Daniel Cabral
DE FIO A PAVIO
2 patas e 1 tatu - Bartolomeu Campos de Queirós
A Terra do Lá - João Anzanelo Carrascoza
Festa no Meu Jardim - Marcos Bagno
HORA VIVA
Natal com Lua Cheia, Chuva Miúda e Perfume de Jasmim - Sonia Robatto
Problemas com o Cachorro? - Elvira Vigna
Como Posso te Amar? - Celso Sisto
Viagem ao Outro Lado do Mundo - Roniwalter Jatobá
Fantasma Equilibrista - Tânia Alexandre Martinelli
Catinga na Pensão Pirapitinga - Cláudio Martins
SIM, SIM, SALABIM!
A Viagem de Retalhos - Sonia Robatto
A Fiandeira de Ouro - Sonia Junqueira
CONFABULANDO
Telefante Sem Fio - Adriano Messias
Penas pro ar - Tânia Alexandre Martinelli
O Mal do Lobo Mau - Cláudio Fragata
O Herói - Flávia Savary
DE CENA EM CENA
As Aventuras do Boneco de Gengibre - Adriano Messias
METAMORFOSE
O Estalo - Luís Dill
Napo - Um Menino Que Não Existe - Edson Bueno
O Anjo Rouco - Paulo Venturelli"
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