A professora Marly Bressanin desenvolve um belo trabalho de literatura e leitura com seus alunos do ensino público na cidade de Jaboti (PR). Parte do projeto é uma troca epistolar entre um aluno e um autor.
Nesta foto, o aluno João Vítor, para quem enviei alguns livros de minha autoria, apresenta à classe o livro "A Rua da Bananeira" (Autêntica), com a colega Ana Vitória.
Escritor, tradutor e jornalista. Doutor em Comunicação e Semiótica, mestre em Comunicação e Sociabilidade, graduado em Jornalismo e Letras. Email: adrianoescritor@yahoo.com.br Twitter: adriano_messias
30/03/2014
29/03/2014
28/03/2014
"A JORNADA HEROICA DE PERSEU" NO JORNAL "O IMPARCIAL"
Saiu uma nota no jornal de Araraquara "O Imparcial" sobre meu livro "A jornada heroica de Perseu" (Mundo Mirim).
A nota foi reproduzida no blog Lilian Comunica.
A nota foi reproduzida no blog Lilian Comunica.
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FEIRA LITERÁRIA DE CATANDUVA
No dia 3 de abril, vou estar em Catanduva, SP, em sua primeira Feira Literária, batendo papo com meus leitores sobre os livros que lancei pela Positivo.
26/03/2014
"UMA NOITE ESPETACULAR" EM BOLONHA
Dentre os livros selecionados pela FNLIJ para representar o Brasil na Feira do Livro de Bolonha, está "Uma noite espetacular", com roteiro de minha autoria.
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Uma noite espetacular
25/03/2014
ENTREVISTA SOBRE FICÇÃO CIENTÍFICA NO JORNAL "O LIBERAL"
Amigos, acho sempre válido e proveitoso estimular a garotada adolescente a pensar sobre as ciências, a semiótica, a psicanálise, a ficção científica e os prováveis rumos que o corpo biocibernético tomará doravante... Fica aqui uma obra de ficção lançada recentemente por mim. Como pano de fundo, alienígenas. Mas o arremate da tessitura o leitor é quem faz.
20/03/2014
FILOSOFIA EM TEXTOS DE FICÇÃO PARA CRIANÇAS
O site de Penélope Martins ("Toda Hora Tem História") trouxe um texto sobre a coleção "Filosofia para Crianças", da editora Mundo Mirim.
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18/03/2014
ISSO É PURA FULECAGEM?
Está aí: fulecar,
verbo intransitivo do português brasileiro, significa “perder todo o dinheiro
em um jogo”.
Ex.: - Eu vou apostar mil reais que o Brasil ganha a Copa. -
Tome cuidado. Você pode fulecar!
Mas pode também significar “coisa sem graça” (no Pará).
Exemplo: - Que coisa mais fuleca!
O
termo vai mais longe: apesar de origem incerta, há quem associe "fulecar"
com uma palavra do quicongo (idioma africano): "mfulu", que significa
“uma pessoa que perdeu tudo”. A raiz “ful-”, em “fulecar”, dá ideia de “perda”.
Em espanhol, tal raiz está, por exemplo, na palavra “fullero” (uma coisa pouco útil),
semelhante ao nosso “fuleiro” (algo medíocre, sem valor, sem bom gosto, cafona,
pouco sério, que não desperta confiança). Lá em Trás-os-Montes, temos “fulecra”
para se referir a uma rapariga magricela, um tanto leviana… E também é o nome
de uma avezinha espertinha.
Outro
elemento a ser considerado é o sufixo ´"-eco" que, em língua
portuguesa, pode transmitir ideia de depreciação, pouco valor, tamanho pequeno:
jornaleco, padreco, clubeco.
Realmente,
Fuleco não nos tem soado como um nome muito feliz, se pensarmos que o “ful” leva
a uma associação rápida com “fuleiro”, “fula da vida”, e expressões do tipo.
Fulecagem,
não?
17/03/2014
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