Fico bastante contente com este reconhecimento.
Escritor, tradutor e jornalista. Doutor em Comunicação e Semiótica, mestre em Comunicação e Sociabilidade, graduado em Jornalismo e Letras. Email: adrianoescritor@yahoo.com.br Twitter: adriano_messias
27/04/2011
"HISTÓRIAS MAL-ASSOMBRADAS DE PORTUGAL E ESPANHA" RECEBE O SELO "ALTAMENTE RECOMENDÁVEL" DA FNLIJ
A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil concedeu ao meu livro "Histórias mal-assombradas de Portugal e Espanha" o selo "Altamente Recomendável - FNLIJ 2011", selo este que reconhece obras de qualidade para o universo literário infantojuvenil. Além de o livro ser editado posteriormente com o respectivo selo, há a entrega de um certificado ao autor selecionado.
Fico bastante contente com este reconhecimento.
Fico bastante contente com este reconhecimento.
06/04/2011
O GRANDE GRITO, MÁRIO DE ANDRADE E "MACUNAÍMA"...
Reproduzindo do site http://www.ograndegrito.blogspot.com/, a pedido do colega Niveo:
domingo, 3 de abril de 2011
Amigos chegam do Rio para prestigiar O Grande Grito
Amigos do elenco André Lopes, Lula Martins e Rubia Amado também ficaram muito bem impressionados com O Grande Grito e fizeram questão de registrar alguns momentos da peça. Ao final da apresentação desse sábado (2/04), o grupo agradeceu o público e estendeu a todos o compartilhamento de opiniões e imagens.
(...)
Mário de Andrade e seu personagem Macunaíma (Augusto Pompeo)
(foto: Lula Martins)
(foto: Lula Martins)
Além disso, você já pode adquirir com pronta entrega o livro Macunaíma. Muitos espectadores relataram dificuldades para comprar a grande obra do escritor. Graças a uma parceria da Produção com a Livraria Jefte, agora basta clicar na foto do livro na coluna da direita desse blog e fazer seu pedido.
O Grande Grito permanece em cartaz na sala Jardel Filho, do CCSP, até 17 de abril, sempre de sexta e sábado - 21h e domingo - 20h.
05/04/2011
"ICTIO SAPIENS"? CONTINUA O MISTÉRIO DAS SEREIAS? OU JÁ ESTÁ DESVENDADO?
Quem me deu essa dica foi Cris Alhadeff... Em um blog, no qual se discutia a questão das sereias do "Animal Planet", comentador deu uma explicação, a qual reproduzo abaixo:
“Gente, por favor. É uma docuficção como o 'Dragões' de 2004, do mesmo Animal Planet. Vão no imdb e vejam a ficha do programa e os nomes do atores. Caso ainda achem que é de verdade, vão nos sites do Smithsonian, Universidade do Cabo, Universidade da Flórida e procurem pelos nomes dos 'pesquisadores'. Procurem, especialmente, nas páginas dos deptos pelos sites dos laboratórios das especialidades que os personagens dizem investigar academicamente.Verão que eles não existem. Pô, isso é dito no final do programa.
Apenas o 'bloop' e o efeito dos sonares nas baleias (desorientando-as) é que são os fatos, o resto foi criado em cima disso para dar um gostinho a mais de drama e explicar um pouco como os mamíferos marinhos funcionam, se comportam e evoluíram ao longo de milhões de anos, mostrando como se dá a pesquisa nessa área de biologia comparativa, emprestando um pouquinho de cada bicho e um pouquinho de cada área para 'criar' as ditas sereias.
Eles, no Animal Planet e Discovery Channel, fazem isso de tempos em tempos como exercício de imaginação criativa. Não é pra ser levado a sério. É apenas um jeito mais divertido de aprender, como são os programas de como seria a vida alienígena em outros planetas ou do tipo 'caminhando com os dinossauros'. É a ciência que está por trás que deveria ser o foco.
http://www.imdb.com/title/tt1816585/combined
http://seancameronmichael.blogspot.com/2010/12/mermaids.html
http://skeptoid.com/episodes/4177
http://www.pmel.noaa.gov/vents/acoustics/sounds/bloop.html
http://www.science.org.au/nova/newscientist/102ns_001.htm
http://www.nature.com/news/2008/080801/full/news.2008.997.html
Schrope M. Whale deaths caused by US Navy's sonar. Nature. 2002 Jan 10;415(6868):106. PubMed PMID: 11805797.
Dalton R. More whale strandings are linked to sonar. Nature. 2006 Mar 30;440(7084):593. PubMed PMID: 16572138.
Apenas o 'bloop' e o efeito dos sonares nas baleias (desorientando-as) é que são os fatos, o resto foi criado em cima disso para dar um gostinho a mais de drama e explicar um pouco como os mamíferos marinhos funcionam, se comportam e evoluíram ao longo de milhões de anos, mostrando como se dá a pesquisa nessa área de biologia comparativa, emprestando um pouquinho de cada bicho e um pouquinho de cada área para 'criar' as ditas sereias.
Eles, no Animal Planet e Discovery Channel, fazem isso de tempos em tempos como exercício de imaginação criativa. Não é pra ser levado a sério. É apenas um jeito mais divertido de aprender, como são os programas de como seria a vida alienígena em outros planetas ou do tipo 'caminhando com os dinossauros'. É a ciência que está por trás que deveria ser o foco.
http://www.imdb.com/title/tt1816585/combined
http://seancameronmichael.blogspot.com/2010/12/mermaids.html
http://skeptoid.com/episodes/4177
http://www.pmel.noaa.gov/vents/acoustics/sounds/bloop.html
http://www.science.org.au/nova/newscientist/102ns_001.htm
http://www.nature.com/news/2008/080801/full/news.2008.997.html
Schrope M. Whale deaths caused by US Navy's sonar. Nature. 2002 Jan 10;415(6868):106. PubMed PMID: 11805797.
Dalton R. More whale strandings are linked to sonar. Nature. 2006 Mar 30;440(7084):593. PubMed PMID: 16572138.
(retirado do blog http://josefranciscoartigos.blogspot.com/2011/03/as-sereias-do-animal-planet.html)
Porém - e aqui entro eu de novo -, há algo mais intrigante do que isso tudo: por que, afinal de contas, nós queremos ou, por que não, insistimos em provar a vida das sereias, assim como fazemos com vampiros e aliens? Em um mundo tão cheio de recursos explicativos, com tantas tecnologias da informação - cada vez mais sofisticadas -, ainda temos anseio pelo gostinho que só o fantástico deixa em nós...
03/04/2011
MERMAIDS/ SEREIAS - ANIMAL PLANET
Um documentário pelo menos curioso - tanto para o cientista social quanto para o biológico: Mermaids, do Animal Planet, que passou discretamente pela TV a cabo no Brasil, sem causar muito furor. Fico com o pensamento fantástico, mas existe uma teoria menor dentro da biologia evolutiva, a do "terceiro chimpanzé", que talvez mereça ser mais bem estudada.
02/04/2011
O GOLEM
Existe um bom livro sobre o assunto... "Os fazedores de golems", organizado por Luiz Nazário e Lyslei Nascimento. Penso que estamos rodeados por golems de todas as ordens. Estou convencido de que o mundo é repleto de seres golêmicos.
Porém, é preciso um retorno à literatura judaica e a seus processos cosmogônicos para entender esta criatura.
"O Golem, como veio ao mundo" (1920), de Paul Wegener, ainda é sua melhor versão no cinema.
Ambientado na cidade de Praga, no século XVI, a história trata de uma pequena vila de judeus que é posta em cheque pelo kaiser. Para defender a cidade, o velho cientista Rabbi Lowe se volta aos antigos recursos alquimistas para criar o Golem, um ser de cera de enorme porte e força. A princípio, a criatura apenas obedece a seu mestre, mas, à medida em que o tempo passa, ele passa a ter consciência da própria existência, e decide tomar os rumos de suas ações.
Porém, é preciso um retorno à literatura judaica e a seus processos cosmogônicos para entender esta criatura.
"O Golem, como veio ao mundo" (1920), de Paul Wegener, ainda é sua melhor versão no cinema.
Ambientado na cidade de Praga, no século XVI, a história trata de uma pequena vila de judeus que é posta em cheque pelo kaiser. Para defender a cidade, o velho cientista Rabbi Lowe se volta aos antigos recursos alquimistas para criar o Golem, um ser de cera de enorme porte e força. A princípio, a criatura apenas obedece a seu mestre, mas, à medida em que o tempo passa, ele passa a ter consciência da própria existência, e decide tomar os rumos de suas ações.
31/03/2011
25/03/2011
O LIVRO PASSA PELO CORPO

Se o livro e a leitura não passarem pelo corpo, nada de nossos esforços se efetivará.
Veja que neste mundo hipertextualizado ainda não surgiu nenhum Shakespeare na internet - e são tantos os que carregam a bandeira das facilidades e das benesses do mundo virtual.
Será por quê?
Porém, parece que os grandes homens ainda se farão no silêncio das linhas, segurando e rabiscando um livro, preenchidos pelos rumores de tudo o que se revela no conjunto insuspeito das palavras.
Por isso, o livro não irá desaparecer.
Por isso, precisamos mostrar aos bibliotecários que, se não levarem o corpo em consideração, todo estímulo à leitura será em vão.
É preciso folhear, cheirar, rabiscar, sangrar o livro, e tirar de vez por todas a ritualística sacra que se instaurou há séculos em torno do objeto livro - que a muitos ainda amedronta e afugenta.
O livro, desde Gutenberg, e mesmo antes, sempre foi apêndice do corpo, extensão dos dedos e janela do olhar.
Enquanto os homens esticam os pescoços na forma de telescópios e microscópios para investigarem o não visto, é o livro que rompe definitivamente com a barreira do invisível e, só por ele, conseguimos devastar outros mundos.
Mas isso só acontecerá se virarmos nossos corpos junto com as folhas...
(* Não é uma apologia ao império exclusivo do livro, mas uma lembrança a nós todos, internautas apaixonados, de que nossa relação com o livro impresso é muito mais orgânica do que com a tela estática do computador.)
24/03/2011
"A GANGUE DOS VAMPIROS" POR WILDE PORTELLA
Escritor e roteirista reconhecido para quadrinhos, sobretudo de faroeste, comentando meu livro "A Gangue dos Vampiros" (Alis):

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22/03/2011
"CONTOS PARA NÃO DORMIR" + CAIXA COM INSTRUMENTOS
Confesso que quando vi este anúncio em um site de livros usados, custei a entender do que se tratava...
Quando lancei meu primeiro livro infantojuvenil, "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha", eu criei, com um design artesanal, uma caixa rústica com tampa transparente. Dentro dela, uma garrafinha com dois "olhos de saci" (sementes de pau-brasil) e uma rolha com uma cruz + 1 peneirinha de bambu + 1 "pergaminho" com a "receita" para se pegar saci... E a caixinha vinha envolvida em uma fita vermelha, da cor da carapuça do saci e do diabo "pé de pato" que ilustra a capa do livro.
Fez parte do "marketing do lançamento". Sobrou-me 1 dessas caixinhas.
E, de repente, vejo que um sebo oferece (havia 2 kits) os livros 1, 2, 3 e 4 (hoje já está no 5) com a tal caixinha, que eles chamaram de "caixa de instrumentos", ou seja, instrumentos para se caçar saci...
Achei divertido!
Quando lancei meu primeiro livro infantojuvenil, "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha", eu criei, com um design artesanal, uma caixa rústica com tampa transparente. Dentro dela, uma garrafinha com dois "olhos de saci" (sementes de pau-brasil) e uma rolha com uma cruz + 1 peneirinha de bambu + 1 "pergaminho" com a "receita" para se pegar saci... E a caixinha vinha envolvida em uma fita vermelha, da cor da carapuça do saci e do diabo "pé de pato" que ilustra a capa do livro.
Fez parte do "marketing do lançamento". Sobrou-me 1 dessas caixinhas.
E, de repente, vejo que um sebo oferece (havia 2 kits) os livros 1, 2, 3 e 4 (hoje já está no 5) com a tal caixinha, que eles chamaram de "caixa de instrumentos", ou seja, instrumentos para se caçar saci...
Achei divertido!
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